Tangerina à janela
Da minha janela, se vê o mar, se vê a vida. Também eu quero ser uma janela
terça-feira, 18 de novembro de 2025
O tempo pergunta ao tempo...
quarta-feira, 1 de outubro de 2025
Espírito natalício
terça-feira, 9 de setembro de 2025
segunda-feira, 8 de setembro de 2025
A manta
A manta é um conceito que se aplica a muitas áreas, mas foi pensada para a sustentabilidade. Parece que não há como fugir, tudo perturba o planeta. A nossa existência perturba o planeta. E aqui se começa a delinear a linha entre a consciência e a paranoia.
domingo, 7 de setembro de 2025
Voltei voltei ou vim só dar um beijinho
De 5 em 5 anos, dá-me a vontade! Quem sabe se poderia isto dar alguma coisa, quem sabe se terei alguma coisa para dizer, quem sabe se alguém terá algum interesse naquilo que eu possa dizer. Na verdade, enquanto outros criam “conteúdo” para os instas todos e mais alguns, por que não posso eu, no meu canto, na minha forma mais silenciosa e mais apagadita, criar o meu conteúdo para os meus vastos leitores?
Que temas? Qual é o nicho que não está ainda repleto de entulho onde eu caberei? Falo de quê? Do impacto da IA no ensino? Dos meus medos políticos? Da minha casa nova que já não é tão nova assim? Da minha jornada de aceitação (da largura das minhas ancas)? Ah! Já sei! Da menopausa… Não, falarei mesmo de coisa nenhuma, praticarei o exercício de retórica sobre o vazio. E, ainda assim, não serei original…
domingo, 15 de setembro de 2019
Vidas
Algumas vidas foram escritas pelo Gabriel Garcia Márquez. Vistas de fora, não fazem sentido.
Outras pela Barbara Cartland. Há drama, há tristeza, mas aparece sempre um príncipe num cavalo branco e tudo acaba em bem.
Outras ainda pelo tipo que apresenta o jornal das 8. São gritadas, escandalosas e procuram sempre renovar-se sem sequer se virem a conhecer.
A minha foi escrita pelo Eça. Determinada pelas circunstâncias e o fim não é o que se deseja, mas o que pode ser e a malta adapta-se.
segunda-feira, 29 de julho de 2019
A bela angevina, José Augusto França
E depois Eça também ama e tem comportamentos adolescentes em relação ao amor. Mas ama como um homem.
A construção das personagens, a introdução de excertos reais dos seus textos, a descrição da vida mundana no final do século XIX foram-me muito agradáveis. A bela angevina uma mulher elegante, adequada, mas também arrebatada, ousada e prática.
Não apreciei tanto os excertos em francês, porque me senti um pouco perdida. Não conheço bem essa língua e dificultou-me a compreensão da mensagem.
