segunda-feira, 4 de julho de 2011

Que vergonha, Sr. Nobre, que vergonha!

Recebemos hoje a notícia que o Sr. Nobre entregou a carta de resignação ao cargo de deputado, na sexta-feira, na Assembleia da República. Não sem antes ter justificado a falta de quinta-feira, alegando motivos de doença. Não sem antes ter dito que o facto de não ter sido eleito Presidente da AR, não o faria renunciar. O dito só assistiu assim a duas sessões plenárias. A primeira, em que passou pela situação desnecessária de ter sido duas vezes rejeitado para Presidente. A segunda, quando viu a Presidente ser eleita.
Deduzo, portanto, que ao senhor nada interessa o bem-estar da nação, mas apenas ser presidente de alguma coisa. Sugiro-lhe que funde um país, como certas pessoas, que eu conheço, fizeram, e que se divirta a ser presidente da sua própria sala de jantar.
Rematando: olha, ainda bem que se foi que desses já lá estão bastantes. Queremos abnegação, patriotismo, amor à camisola... Não queremos (pelo menos, eu não quero) pensar que são todos iguais e andam todos ao mesmo.

Sem comentários: