O Acordo Ortográfico explicado historicamente é uma coisa que até se entende. O pressuposto que lhe subjaz é-me agradável. Os critérios que o regem... isto ia a correr tão bem.
Pronto! Assumo que escrevo, maçada por dois dias de formação para lhe tentar perceber as nuances, os lugares escuros e o meu papel na revolução que aí se adivinha. Constatei, por isso, que tenho medo dos lugares escuros. Ao fim de umas horas de dúvidas e de muitas vezes, depois de consultados todos os instrumentos disponíveis, continuar com elas, já tinha vontade de deixar tudo como está e sair por aí aos gritos a dizer mal do acordo. Parece-me tal e qual um bolo de aniversário encomendado na pastelaria: por fora é lindo, mas por dentro é uma desilusão.
Ainda assim e como não lhe podemos fugir, aqui fica a informação que me compete veicular: o sítio oficial do acordo na net chama-se Portal da Língua Portuguesa, aí podemos encontrar o texto do acordo (não leiam, vão adormecer à quinta linha), um conversor de ficheiros gratuito (Lince) que podem descarregar e instalar nos vossos PCs e um vocabulário online.
Nota: neste texto ainda não respeitei o acordo, mas hei de lá chegar. (sem hífen como diz o acordo!)
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