O Infarnmed informa que o Xanax é um psicofármaco que actua a nível do sistema nervoso central. Está incluído na categoria dos ansiolíticos, sedativos e hipnóticos e é composto entre vários por benzoacaína.
A pedido de várias famílias cá vai a explicação e mais uma tentativa de fazer comentários a isto.
A gerência deste blog não quer de maneira nenhuma que o(s) seu(s) frequentador(es) mais assíduo(s) se sinta(m) excluído(s) do diálogo online.
6 comentários:
A propósito do dia de regressar, homenagem aos domingos (no tempo em que não havia blogs!):
«Não há manhãs para acordar cedo como as de domingo, quando a gente não tem nada que fazer. Nos dias de semana acordo sempre tarde, um castigo. Mas ao domingo, esta tranquilidade… Silêncio tépido, rosado, virginal.»
José Rodrigues Miguéis, Uma viagem na nossa terra (Léah e outras histórias)
A propósito do post "Finalmente"
«Não esquecer que por enquanto é tempo de morangos.»
Clarice Lispector, "A hora da estrela"
A quem diz que "Mataram o Natal dos Hospitais" (no tempo em que não se podiam comentar os "postes"), lembro que a autora do blog, a julgar pela apanha dos morangos, ainda será muito nova para guardar na memória o que era o velho Natal dos Hospitais, com o António Calvário, a Simone de Oliveira, o Artur Garcia e outros, no tempo em que ainda não havia o conceito de música pimba e ainda não tinha aparecido o conceito de naconal cançonetismo que, depois do 25 de Abril, classificou essa música que passava pelo Hospital. Era um tempo em que se esperava 1 ano pelo Natal e outro pelo Festival da Canção - o apuramento nacional e a final europeia - esta última sem os países da Europa de Leste (separada pela Cortina de Ferro) e sem as duas divisões a que obriga a quantidade de países concorrentes, incluindo Israel (transformado em país europeu para efeitos vários). Esse Festival, seguidíssimo e comentadíssimo pelo povinho era também um marco no meio musical e também já morreu, naturalmente. É tudo do tempo da televisão a preto e branco. Agora, até os blogs podem ter malmequeres de olho amarelo e morangos vermelhos.
Lembro o João Sebastião que os morangos podem ser a preto e branco e ser maravilhosos, como os “Morangos silvestres” do Ingmar Bergman. Sendo de 1957, este filme é anterior ao "Perdão" do António Calvário no Festival da Eurovisão recordado no seu comentário. É um belo filme sobre o tempo e a memória, em que um professor de medicina, a caminho da Universidade onde receberá um prémio pelos 50 anos de carreira, relembra os principais momentos de sua vida. É cinema para recordar, mesmo há beira de completar 50 anos.
Ó Laurinda, vem mesmo a propósito falar em Ingmar Bergman num post sobre o Xanax!
Então?! A maquinista do blog tomou Xanax? Votos de um 2007 mais blogueiro!
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